domingo, 24 de fevereiro de 2013
SUTIL DIFERENÇA ENTRE FALSIDADE E FRAGILIDADE
A SUTIL DIFERENÇA ENTRE FRAGILIDADE E FALSIDADE
Como perceber que um laço afetivo foi, ou está sendo, alimentado por um sentimento falso?
Poderia esse sentimento falso ser denominado de frágil?
Quando algo se parte, desagrega, é porque as partículas que formavam o todo eram constituídas por elementos falsos ou frágeis?
A linha é tênue, a diferença é sutil e, em se tratando de perdas emocionais, na maioria das vezes, a constatação de uma relação afetiva embasada no sentimento de um amor falso, só é percebida quando a dor atinge a alma. Através da dor muitas cortinas são descerradas, o real entra em cena, é inevitável não ver o que está sendo apresentado.
Por quanto tempo alguém pode viver iludido?
Esse tempo dependeria do grau de ingenuidade, de pureza, daquele que acredita no próximo; acredita no amor fraternal; acredita que pelo simples fato de formarem uma “família” as relações não são afetadas por comportamentos alicerçados pelo sentimento de falsidade?
Onde está o amor ao próximo que a religião tanto apregoa? Seria o próximo, aquele que se encontra em difícil posição sócio-econômica-financeira? Aquele que aceita de bom grado as migalhas lançadas em momentos de total carência, seja afetiva ou material?
Qual a qualidade da “ajuda” afetiva?
A ajuda material, independente de como seja dada, ou doada, será sempre bem vinda porque necessidades básicas precisam ser atendidas, é uma questão de sobrevivência. Enquanto Seres materiais, a matéria é indispensável à vida. Em determinadas circunstâncias o individuo se vê totalmente entregue à “sorte”, na dependência da boa fé, da boa vontade, da caridade de terceiros. Infelizmente, é justamente neste momento que o falso caridoso entra em ação demonstrando um amor que está longe de sentir.
O que ele busca é autoafirmação, é demonstrar que serve para servir?
Como servir ao próximo se nega um olhar, uma palavra, um sorriso, ao seu próximo mais próximo só porque esse próximo não atendeu a um capricho seu?
Onde está o amor que tantos apregoam?
Estaria perdido pela fragilidade ou falsidade do sentimento?
E, enquanto isso, como fica o objeto de amor?
Assim, a falsidade segue seu caminho enquanto a fragilidade do bem querer faz com que o objeto de “amor” fique em stand-bye.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Podemos escolher pelo outro?
Sou grata por tudo que sou, a todos que me rodeiam e, todo bem material que me proporciona bem estar físico. Apesar de tudo, o Estado de Espírito não é de contentamento. Não consigo e nem quero fingir uma alegria que não estou sentindo. O sentimento não se racionaliza, sente-se! Racionalmente podemos e devemos buscar recursos que alegrem nosso viver e isso, aprendi a buscar desde tenra idade. (rs) A demanda tem aumentado da última decada para cá mas isso para mim não é problema, já não é mais novidade, faz parte da vida. E nessa minha colocação não vai nenhum toque de amargura, apenas tristeza e tirsteza passa, assim como a alegria também. É como na brincadeira da peteca, corre prá lá, corre prá cá, se estica, abaixa, pula, tem momentos que não conseguimos, a peteca cai, mas a brincadeira continua; "reconhece a queda e não desanima, ..."
Assim entendo o conceito de vida: Um jogo onde ora se ganha, ora se perde e, independente do placar, continuar brincando até que o prazo de validade se esgote.
Nestes anos de experiência, aqui na terra, posso afirmar que toda e qualquer situação vivida é positiva.
Os ganhos e as perdas, fazem parte do processo de aprendizado. E como é preciso aprender a viver em uma sociedade cobradora!
A sociedade é um grande teatro e a Instituição Família é a escola, principal responsável pela formação dos indivíduos, desde o maternal até o pós-doutorado; é nessa Instituição que as crianças aprendem a conter, a dissimular sentimentos, quando adultos passam a representar, a atuar no mundo fantasioso do parecer ser, do parecer ter.
Sim, parece pesado demais o que acabo de dizer, mas é real. Quantas vezes ouvimos orientadores repreenderem uma criança porque ela fala, espontâneamente, que alguém é feio? Quantas vezes ouvimos o famoso "cala a boca" quando a criança está expressando seu sentimento de raiva através do choro? Quantas vezes vemos crianças serem obrigadas a cumprimentarem abraçando, beijando, parentes e/ou amigos, quando elas só querem sair do ambiente? etc.
Sou fruto e sócia dessa Instituição e, apesar de não concordar com algumas "lições", acabo repetindo o que aprendi. Minhas ações contribuem para a manutenção do Grande Teatro, que é essa Sociedade construída por nossos antepassados e por nós perpetuada.
Cobramos e somos cobrados, queremos uma perfeição que estamos longe de atingir. Criamos expectativas em torno do comportamento do outro, nos sentimos frustrados e fingimos contentamento, respondemos a um cumprimento com um "tudo bem, graças a Deus", quando o sentimento é o de que a casa caiu. Tem atores tão bons que a encenação do "tudo bem" é aceita imediatamente. Será que o "graças a Deus" tem efeito mágico? Talvez não seja magia, talvez seja nível de carência elevado preenchido pela palavra DEUS.
Bem, deixemos Deus cuidar da criação Dele e voltemos aos sentimentos. Falava da frustração e de como é difícil lidar com ela. Aprendemos a agradar ao outro e ficamos decepcionados quando não somos agradados. É uma troca. Agradamos para sermos aceitos e, para aceitarmos, precisamos ser agradados, se não nos agradam sentimo-nos frustrados. A frustração faz parte do viver; podemos muito e algo mais, porém não podemos tudo!
ex.: usamos as mãos para pegar o que queremos. Quando as duas mãos estão cheias e queremos mais, sem abrir mão do que já temos, podemos usar a boca, unir cotovelos, pés, enfim, usar a critividade para atender às necessidades mas, chega um momento em que não dá para pegar mais nada, percebemos que não somos "poderosos", somos seres limitados. Somos frustrados pela nossa própria limitação. Se temos limites, os outros também têm.
Quando aceitamos nossos limites desativamos a autocobrança. Não havendo autocobrança não há necessidade de defesa, não havendo necessidade de defesa, não há necessidade de armas; desarmados, não atiramos nos outros. Portanto, aceitar limites é conviver bem com as frustrações, independente de terem sido provocadas por nós mesmos ou pelo outro!
Aceitar cada um do jeitinho que é, sem se (pre)ocupar em consertar o que imaginamos não ser o melhor, é o caminho para vivermos em paz com o mundo!
Ah! Não tem por que pedir desculpas, o abalo emocional a que me referi não foi provocado pelas suas letrinhas. Aprecio quando me mostra que existe um outro angulo para observarmos uma mesma questão. Quando digo que cresço com sua presença, com suas colocações, não estou jogando confetes, é a mais pura expressão da minha verdade. Só tenho que agradecer. Não duvido do seu amor nem da Galera. Entendo que nem sempre é fácil aceitar escolhas que divergem das nossas preferências, que não alcançam nossas expectativas, mas precisamos respeitar. Não devemos interferir nas escolhas dos outros, mas podemos estar a postos para o caso de um pedido de socorro. Apoio emocional, com equilíbrio, é sempre bom, aceitar e respeitar a escolha dos outros é melhor ainda. Lembrando Shakspeare "Há mais mistérios entre o céu e a terra do que a nossa vã filosofia", deixo a pergunta:
Podemos realmente saber o que é melhor?
Para quem?
Muita PAZ
Muita LUZ
Muita ALEGRIA
e viva a vida, é bonita, é bonita e é bonita!!!!!!!
21.12.2012.
Rose Mary
domingo, 19 de dezembro de 2010
BOAS FESTAS!
Dezembro!
Corre, o ano está acabando!
É chegado o momento de “comemorar o nascimento de Cristo”!
Estamos às vésperas do Natal. Encantados pelas músicas; pelas decorações das lojas, que buscam se superar a cada ano; pelos apelos dos comerciantes gritando suas promoções e facilitando o crédito; por visualizar, antecipadamente, o brilho no olhar das crianças, no olhar de entes queridos; com mais ou menos disposição, somos envolvidos pelo clima festivo. É assim que acontece todo final de ano!
O festejo Natalino, ao longo dos anos, vem se transformando em um evento comercial. O nascimento de Cristo é usado, pelo “marketing”, para sensibilizar as pessoas atraindo-as para o consumo. As pessoas, por viverem em uma sociedade onde a hostilidade é frequente, onde o ter fala mais alto que o ser, onde a intolerância atinge um nível que coloca em cheque a convivência pacífica, são presas fáceis para o “mundo do faz de conta”.
Olhando por esse ângulo, percebendo a carência que se instalou em nossa sociedade, não é difícil compreender a necessidade das pessoas “fingirem” que estão bem, que amam e são amadas, que aceitam e são aceitas, que acolhem e são acolhidas. Mas, como as questões podem ser vistas por diversos ângulos, passo a outro e vejo as pessoas falando de amor, aproveitando esse momento de euforia coletiva, para demonstrar carinho, um carinho que está sufocado porque no dia-a-dia, não tem quem o receba, ou porque não se tem tempo para expressar.
Sendo assim, vejo esse momento como sendo mágico porque, ainda que a demonstração de afeto, a alegria, tenha sido provocada pelo “marketing” e nos passem a idéia de fingimento, as pessoas estão expressando sentimentos de amor e, quando pensamos no bem, atraímos o bem. (Atraímos o que pensamos – PNL)
Sugiro aproveitarmos, também, esse momento mágico para ligar o pisca-pisca interior permitindo que essa energia, essa luz, una-se a tantas outras fazendo com que esse holofote de amor transforme o nosso viver/conviver!
Rose Costa
19.12.2010
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Corre, o ano está acabando!
É chegado o momento de “comemorar o nascimento de Cristo”!
Estamos às vésperas do Natal. Encantados pelas músicas; pelas decorações das lojas, que buscam se superar a cada ano; pelos apelos dos comerciantes gritando suas promoções e facilitando o crédito; por visualizar, antecipadamente, o brilho no olhar das crianças, no olhar de entes queridos; com mais ou menos disposição, somos envolvidos pelo clima festivo. É assim que acontece todo final de ano!
O festejo Natalino, ao longo dos anos, vem se transformando em um evento comercial. O nascimento de Cristo é usado, pelo “marketing”, para sensibilizar as pessoas atraindo-as para o consumo. As pessoas, por viverem em uma sociedade onde a hostilidade é frequente, onde o ter fala mais alto que o ser, onde a intolerância atinge um nível que coloca em cheque a convivência pacífica, são presas fáceis para o “mundo do faz de conta”.
Olhando por esse ângulo, percebendo a carência que se instalou em nossa sociedade, não é difícil compreender a necessidade das pessoas “fingirem” que estão bem, que amam e são amadas, que aceitam e são aceitas, que acolhem e são acolhidas. Mas, como as questões podem ser vistas por diversos ângulos, passo a outro e vejo as pessoas falando de amor, aproveitando esse momento de euforia coletiva, para demonstrar carinho, um carinho que está sufocado porque no dia-a-dia, não tem quem o receba, ou porque não se tem tempo para expressar.
Sendo assim, vejo esse momento como sendo mágico porque, ainda que a demonstração de afeto, a alegria, tenha sido provocada pelo “marketing” e nos passem a idéia de fingimento, as pessoas estão expressando sentimentos de amor e, quando pensamos no bem, atraímos o bem. (Atraímos o que pensamos – PNL)
Sugiro aproveitarmos, também, esse momento mágico para ligar o pisca-pisca interior permitindo que essa energia, essa luz, una-se a tantas outras fazendo com que esse holofote de amor transforme o nosso viver/conviver!
Rose Costa
19.12.2010
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
SOMOS INSUBSTITUÍVEIS?
O efeito que a palavra produz depende muito do estado emocional em que se encontra quem ouve.
Vejamos o exemplo da fala de um diretor de departamento para os funcionários que estão sob sua orientação:
- ... precisamos atuar de formar a atingir as metas preestabelecidas, lembremos que ninguém é insubstituível.
A mensagem foi clara. Caso as metas não sejam atingidas, a composição da equipe poderá ser alterada no todo ou em parte. O efeito dessa informação pode divergir no sentir de cada um.
O termo “ninguém é insubstituível” tem significação diferente, ou não, para cada um dos componentes do grupo e está relacionada diretamente com a auto estima. Quando você está confiante do seu potencial, mesmo que o desempenho em determinada atividade não seja satisfatório, não há motivos para preocupação porque você sabe do que é capaz. No entanto, se a frase lhe pega em um momento de fragilidade emocional, naqueles dias em que ao acordar você olha para o espelho e não se reconhece, não gosta da imagem que vê, ou nem se olha por que, inconscientemente, não quer se ver; não percebeu o brilho do sol (mesmo num dia nublado o sol, aparece para nos cumprimentar pelo novo dia); não ouviu o murmurar do vento lhe desejando um bom dia;, não se deixou embalar pelo canto dos pássaros que fizeram festa para lhe acordar; realmente, a afirmativa “ninguém é insubstituível” tem um efeito devastador e você começa a se sentir a pior das criaturas, entrar na defesa, travar uma luta com você mesmo até que alguém ou você mesmo consiga entender que o substituir é colocar um no lugar do outro.
Vejamos, no dicionário Aurélio, o significado de Substituir:
- “ v.t. Pôr no lugar de: substituir móveis velhos por novos. / Suprir uma coisa por outra: o mel substitui o açúcar. / Ocupar o lugar de outro, suceder-lhe: substituir o prefeito. / Mudar, trocar (por outro): substituir um empregado. / Preencher momentaneamente o posto de outro: substituir um funcionário doente.”
Portanto a substituição refere-se à função, ao ato, mecânico ou não, do fazer e, é claro que para que haja essa substituição é necessário que haja um remanejamento de pessoas. Nesse caso, fica claro que o “ninguém é insubstituível” está diretamente ligado ao fato de que a tarefa pode ser executada por outra pessoa. O que faz a diferença é a forma como cada pessoa executa a mesma tarefa.
Vejamos agora, no mesmo dicionário, o significado da palavra Insubstituível:
- “adj. Que não pode ser substituído; inigualável.”
Partindo da premissa de que não existe um ser humano igual ao outro, podemos afirmar que somos todos insubstituíveis e inigualáveis.
O exercício do autoconhecimento colabora na manutenção da autoestima em níveis ideais, levando ao reconhecimento, à aceitação, e ao respeito pelas limitações inerentes a cada pessoa, inclusive e principalmente às nossas.
Cada um tem seu jeito especial de ser e de fazer, portanto, somos insubstituíveis no que tange a essência de cada um!
"Eu sou, mas quem nao eh?"
Rose Costa
Vejamos o exemplo da fala de um diretor de departamento para os funcionários que estão sob sua orientação:
- ... precisamos atuar de formar a atingir as metas preestabelecidas, lembremos que ninguém é insubstituível.
A mensagem foi clara. Caso as metas não sejam atingidas, a composição da equipe poderá ser alterada no todo ou em parte. O efeito dessa informação pode divergir no sentir de cada um.
O termo “ninguém é insubstituível” tem significação diferente, ou não, para cada um dos componentes do grupo e está relacionada diretamente com a auto estima. Quando você está confiante do seu potencial, mesmo que o desempenho em determinada atividade não seja satisfatório, não há motivos para preocupação porque você sabe do que é capaz. No entanto, se a frase lhe pega em um momento de fragilidade emocional, naqueles dias em que ao acordar você olha para o espelho e não se reconhece, não gosta da imagem que vê, ou nem se olha por que, inconscientemente, não quer se ver; não percebeu o brilho do sol (mesmo num dia nublado o sol, aparece para nos cumprimentar pelo novo dia); não ouviu o murmurar do vento lhe desejando um bom dia;, não se deixou embalar pelo canto dos pássaros que fizeram festa para lhe acordar; realmente, a afirmativa “ninguém é insubstituível” tem um efeito devastador e você começa a se sentir a pior das criaturas, entrar na defesa, travar uma luta com você mesmo até que alguém ou você mesmo consiga entender que o substituir é colocar um no lugar do outro.
Vejamos, no dicionário Aurélio, o significado de Substituir:
- “ v.t. Pôr no lugar de: substituir móveis velhos por novos. / Suprir uma coisa por outra: o mel substitui o açúcar. / Ocupar o lugar de outro, suceder-lhe: substituir o prefeito. / Mudar, trocar (por outro): substituir um empregado. / Preencher momentaneamente o posto de outro: substituir um funcionário doente.”
Portanto a substituição refere-se à função, ao ato, mecânico ou não, do fazer e, é claro que para que haja essa substituição é necessário que haja um remanejamento de pessoas. Nesse caso, fica claro que o “ninguém é insubstituível” está diretamente ligado ao fato de que a tarefa pode ser executada por outra pessoa. O que faz a diferença é a forma como cada pessoa executa a mesma tarefa.
Vejamos agora, no mesmo dicionário, o significado da palavra Insubstituível:
- “adj. Que não pode ser substituído; inigualável.”
Partindo da premissa de que não existe um ser humano igual ao outro, podemos afirmar que somos todos insubstituíveis e inigualáveis.
O exercício do autoconhecimento colabora na manutenção da autoestima em níveis ideais, levando ao reconhecimento, à aceitação, e ao respeito pelas limitações inerentes a cada pessoa, inclusive e principalmente às nossas.
Cada um tem seu jeito especial de ser e de fazer, portanto, somos insubstituíveis no que tange a essência de cada um!
"Eu sou, mas quem nao eh?"
Rose Costa
sábado, 2 de janeiro de 2010
DEU TUDO ERRADO, E AGORA?
Deu tudo errado, e agora?
Como lidamos com as nossas frustrações?
Há momentos em nossas vidas que parece que o mundo acabou, houve uma devastação total e, da raça humana, só ficou você em meio a um turbilhão de destroços. Calma, respire fundo!
O que fazer quando a decepção chega sem aviso prévio e vemos nossos sonhos ruírem como os castelos de areia? Calma, a desconstrução motiva a construção do novo.
Cada um sabe o quanto lhe dói o peito ao sentir a frustração arrasar as suas expectativas. Não importa o tamanho do problema, o que interessa é cuidar da dor. Não cabe, a ninguém, ficar julgando se é drama ou não. A dor existe, ela é real. E, para curá-la, só o tempo.
Portanto, caso tenha recebido a visita da frustração, mantenha-se firme e siga com seus projetos. O mundo não para porque você está sofrendo. Lembre-se que tudo passa. Para aqueles que acreditam em um Deus, peçam sabedoria para aceitar o que não podem mudar e, para os que não acreditam, resta o "tudo sempre passará". Uma boa alternativa é jogar o “Jogo do Contente”; por maior que seja o seu problema ou por pior que seja a situação porque passa, sempre encontrará um motivo para seguir em busca da felicidade.
Que venha 2010!!!
Muita paz, muita luz, muito amor!
O texto abaixo é de autoria desconhecida e foi retirado do Boletim – BOM FINAL DE SAMANA, de Aldo Novakn e, me reportou aos ensinamentos da minha sábia mãe.
"Se a martelada parece ter sido muito forte, faça como o aço. Agüente firme. Espere um pouco, reagrupe suas tropas e lembre-se de que sempre há uma manhã, após a noite. Sempre vem o sol, depois da chuva e sempre teremos um novo ano, como o que se inicia agora.
Tudo o que aconteceu com você, desde o seu nascimento até este momento, foi uma preparação para essa nova fase da sua vida. As marteladas fizeram parte do seu aprendizado. E as pessoas que você perdeu estão agora dentro de você. Será sua responsabilidade levar o melhor delas adiante. Não importa o tamanho da dor pela qual você tenha passado. Ainda assim, continue firme no seu caminho.
Há momentos na vida em que as coisas parecem sair do controle. As pessoas parecem estar em outro "universo" e nossos sonhos se tornam mais distantes de uma hora para outra. Ainda assim, continue firme no seu caminho.
Há dias em que as coisas parecem seguir com o objetivo de embaralhar nossos melhores planos e tudo o que era certo parece errado. Ainda assim, continue firme no seu caminho.
Lembre-se de que o martelo quebra a madeira mais tempera o aço.
Não é a martelada da vida que importa, mas o aço que existe dentro de você. Porque você é feito de aço. Do melhor aço.”
Feliz Ano Novo
“Agora, pense comigo e responda francamente: Como mostrar o aço que existe dentro de você e honrar aqueles que se foram? Como fazer isso nas pequenas ações, hoje?”
Como lidamos com as nossas frustrações?
Há momentos em nossas vidas que parece que o mundo acabou, houve uma devastação total e, da raça humana, só ficou você em meio a um turbilhão de destroços. Calma, respire fundo!
O que fazer quando a decepção chega sem aviso prévio e vemos nossos sonhos ruírem como os castelos de areia? Calma, a desconstrução motiva a construção do novo.
Cada um sabe o quanto lhe dói o peito ao sentir a frustração arrasar as suas expectativas. Não importa o tamanho do problema, o que interessa é cuidar da dor. Não cabe, a ninguém, ficar julgando se é drama ou não. A dor existe, ela é real. E, para curá-la, só o tempo.
Portanto, caso tenha recebido a visita da frustração, mantenha-se firme e siga com seus projetos. O mundo não para porque você está sofrendo. Lembre-se que tudo passa. Para aqueles que acreditam em um Deus, peçam sabedoria para aceitar o que não podem mudar e, para os que não acreditam, resta o "tudo sempre passará". Uma boa alternativa é jogar o “Jogo do Contente”; por maior que seja o seu problema ou por pior que seja a situação porque passa, sempre encontrará um motivo para seguir em busca da felicidade.
Que venha 2010!!!
Muita paz, muita luz, muito amor!
O texto abaixo é de autoria desconhecida e foi retirado do Boletim – BOM FINAL DE SAMANA, de Aldo Novakn e, me reportou aos ensinamentos da minha sábia mãe.
"Se a martelada parece ter sido muito forte, faça como o aço. Agüente firme. Espere um pouco, reagrupe suas tropas e lembre-se de que sempre há uma manhã, após a noite. Sempre vem o sol, depois da chuva e sempre teremos um novo ano, como o que se inicia agora.
Tudo o que aconteceu com você, desde o seu nascimento até este momento, foi uma preparação para essa nova fase da sua vida. As marteladas fizeram parte do seu aprendizado. E as pessoas que você perdeu estão agora dentro de você. Será sua responsabilidade levar o melhor delas adiante. Não importa o tamanho da dor pela qual você tenha passado. Ainda assim, continue firme no seu caminho.
Há momentos na vida em que as coisas parecem sair do controle. As pessoas parecem estar em outro "universo" e nossos sonhos se tornam mais distantes de uma hora para outra. Ainda assim, continue firme no seu caminho.
Há dias em que as coisas parecem seguir com o objetivo de embaralhar nossos melhores planos e tudo o que era certo parece errado. Ainda assim, continue firme no seu caminho.
Lembre-se de que o martelo quebra a madeira mais tempera o aço.
Não é a martelada da vida que importa, mas o aço que existe dentro de você. Porque você é feito de aço. Do melhor aço.”
Feliz Ano Novo
“Agora, pense comigo e responda francamente: Como mostrar o aço que existe dentro de você e honrar aqueles que se foram? Como fazer isso nas pequenas ações, hoje?”
terça-feira, 16 de junho de 2009
Ser poeta
Ser poeta...
O poeta é um artista privilegiado, tem o dom da transformação. A ele é dado o poder divino de transformar o que bem entender, sem ter que dar satisfação. A ferramenta é o sentimento, e a razão... só se sobrar espaço, quem manda é a emoção. Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré, poeta nordestino, nos ensina a magia da transformação ao transformar a tristeza do perder na beleza da saudade e da paixão, muito bem cantado em seu poema “Vaca Estrela e Boi fubá”, transcrito abaixo, emocionem-se:
O poeta é um artista privilegiado, tem o dom da transformação. A ele é dado o poder divino de transformar o que bem entender, sem ter que dar satisfação. A ferramenta é o sentimento, e a razão... só se sobrar espaço, quem manda é a emoção. Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré, poeta nordestino, nos ensina a magia da transformação ao transformar a tristeza do perder na beleza da saudade e da paixão, muito bem cantado em seu poema “Vaca Estrela e Boi fubá”, transcrito abaixo, emocionem-se:
Seu doutô, me dê licença
Pra minha história contáHoje eu tô em terra estranha
É bem triste o meu pená
Eu já fui muito feliz
Vivendo no meu lugá
Eu tinha cavalo bão
Gostava de campear
Todo dia eu aboiava
Na porteira do curral
ÊeeeiaaaaÊeee vaca Estrela Ôoooo boi Fubá
Eu sô filho do Nordeste
Não nego meu naturá
Mas uma seca medonha
Me tangeu de lá prá cá
Lá eu tinha o meu gadinho
Não é bão nem imaginá
Minha linda vaca Estrela
E o meu belo boi Fubá
Quando era de tardinha
Eu começava aboiá
ÊeeeiaaaaÊeee vaca Estrela Ôoooo boi Fubá
Aquela seca medonha
Fez tudo se atrapaiá
Não nasceu capim no campo
Para o gado sustentá
O sertão se esturricô
Fez o açude secá
Morreu minha vaca Estrela
Se acabô meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto eu tinha
Nunca mais pude aboiá
ÊeeeiaaaaÊeee vaca Estrela Ôoooo boi Fubá
Hoje nas terra do Sul
Longe do torrão natal
Quando vejo em minha frente
Uma boiada a passá
As águas corre nos óio
Começo logo a chorá
Me lembro a vaca Estrela
Me lembro meu boi Fubá
Com sodade do Nordeste
Dá vontade de aboiá
ÊeeeiaaaaÊeee vaca EstrelaÔoooo boi Fubá
sexta-feira, 12 de junho de 2009
A SIMPLICIDADE DO VIVER
É comum ouvirmos reclamações sobre a correria da vida. As pessoas assumem compromissos em demasia e culpam a complexidade do mundo moderno pela falta de tempo.
A questão é:
Será que essa multiplicidade de compromisso é realmente necessária para um bem viver?
Viver com simplicidade significa escolher uma melhor qualidade de vida. Ao fazermos essa opção verificamos que muitas das coisas consideradas imprescindíveis à vida, na realidade, são supérfluas.
O ser humano, enquanto envolvido pela busca dessas coisas, esquece de viver a vida em toda sua plenitude. O corre-corre não deixa margem à reflexão sobre a realidade íntima de cada um, levando o indivíduo a esquecer dos pequenos prazeres que a vida lhe proporciona a todo o momento.
Sufocados pelas buscas vãs, esquecemos de fazer o que nos dá prazer, não nos dedicamos ao que nos traz paz. De que adianta ganhar o mundo e perder a si próprio?
É preciso ter cuidado para que o ter e parecer não tomem o lugar do ser. As pessoas para serem não têm que necessariamente trocar o carro anualmente, estar com aparelho celular de última geração, ter incontáveis sapatos, tantas pecas de roupas que já não cabem no guarda-roupa, sair todo final de semana, estar presente em todas as “baladas”, etc. É possível reduzir a própria agitação, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade do ser.
O Ser simples é aquele que não simula ser o que não é, que não dá demasiada importância a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele; é aquele que não calcula os resultados de cada gesto, é o que não usa de artimanhas e nem tem segundas intenções. O Ser simples vive, respira, esbanja alegria. E o segredo desse viver bem está em resgatar a sinceridade da criança que, aos poucos foi se perdendo no emaranhado das normas ditas sociais.
A simplicidade não ignora, apenas valoriza o essencial. E o essencial são os “pequenos” prazeres da vida que nessa caminhada louca ao rumo do nada vamos deixando para depois. Reserve um tempo para estar com as pessoas que você ama, deixe-se envolver por uma conversa interessante, passe a olhar e admirar as estrelas, caminhe com seu amor (mãe, pai, avós, filhos, amigos, ...) de mãos dadas, saia para tomar sorvete, experimente brincar com a chuva, rir de si mesmo, ... Tudo isso compõe a simplicidade do existir. Resgate esse ser humano lindo que é você!
Lembre-se:
Não há nada de errado com o dinheiro ou o sucesso. Mas, lembramos que não é necessário ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz. No entanto, é difícil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.
Podemos e devemos trabalhar, estudar, buscar se aperfeiçoar. Afinal, progredir é uma necessidade humana. Mas, precisamos viver angustiados enquanto progredimos? Se o preço do sucesso for ausência de paz, talvez ele não valha a pena.
Verifique como você gasta seu tempo, analise as coisas que valoriza reveja seus compromissos e observe se muitos deles não são apenas uns pesos desnecessários nessa sua caminhada. Experimente descartar o excesso. Optando pela simplicidade, certamente estará escolhendo ter de volta a alegria de viver.
Rose
08.06.09
A questão é:
Será que essa multiplicidade de compromisso é realmente necessária para um bem viver?
Viver com simplicidade significa escolher uma melhor qualidade de vida. Ao fazermos essa opção verificamos que muitas das coisas consideradas imprescindíveis à vida, na realidade, são supérfluas.
O ser humano, enquanto envolvido pela busca dessas coisas, esquece de viver a vida em toda sua plenitude. O corre-corre não deixa margem à reflexão sobre a realidade íntima de cada um, levando o indivíduo a esquecer dos pequenos prazeres que a vida lhe proporciona a todo o momento.
Sufocados pelas buscas vãs, esquecemos de fazer o que nos dá prazer, não nos dedicamos ao que nos traz paz. De que adianta ganhar o mundo e perder a si próprio?
É preciso ter cuidado para que o ter e parecer não tomem o lugar do ser. As pessoas para serem não têm que necessariamente trocar o carro anualmente, estar com aparelho celular de última geração, ter incontáveis sapatos, tantas pecas de roupas que já não cabem no guarda-roupa, sair todo final de semana, estar presente em todas as “baladas”, etc. É possível reduzir a própria agitação, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade do ser.
O Ser simples é aquele que não simula ser o que não é, que não dá demasiada importância a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele; é aquele que não calcula os resultados de cada gesto, é o que não usa de artimanhas e nem tem segundas intenções. O Ser simples vive, respira, esbanja alegria. E o segredo desse viver bem está em resgatar a sinceridade da criança que, aos poucos foi se perdendo no emaranhado das normas ditas sociais.
A simplicidade não ignora, apenas valoriza o essencial. E o essencial são os “pequenos” prazeres da vida que nessa caminhada louca ao rumo do nada vamos deixando para depois. Reserve um tempo para estar com as pessoas que você ama, deixe-se envolver por uma conversa interessante, passe a olhar e admirar as estrelas, caminhe com seu amor (mãe, pai, avós, filhos, amigos, ...) de mãos dadas, saia para tomar sorvete, experimente brincar com a chuva, rir de si mesmo, ... Tudo isso compõe a simplicidade do existir. Resgate esse ser humano lindo que é você!
Lembre-se:
Não há nada de errado com o dinheiro ou o sucesso. Mas, lembramos que não é necessário ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz. No entanto, é difícil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.
Podemos e devemos trabalhar, estudar, buscar se aperfeiçoar. Afinal, progredir é uma necessidade humana. Mas, precisamos viver angustiados enquanto progredimos? Se o preço do sucesso for ausência de paz, talvez ele não valha a pena.
Verifique como você gasta seu tempo, analise as coisas que valoriza reveja seus compromissos e observe se muitos deles não são apenas uns pesos desnecessários nessa sua caminhada. Experimente descartar o excesso. Optando pela simplicidade, certamente estará escolhendo ter de volta a alegria de viver.
Rose
08.06.09
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