quarta-feira, 27 de maio de 2009

O que busca o homem afinal?

Apesar de julgar-se superior aos outros animais por conta do pensamento racional, o homem leva todo o tempo, do nascimento à morte, buscando explicar a vida sem, contudo, entendê-la ou vivê-la intensamente.
Sem a pretensão de apresentar um trabalho de cunho científico, este pequeno ensaio versa sobre a conceituação do homem em três épocas diferentes e subseqüentes, sem preocupação de estabelecer datas de início e fim entre elas, a saber: O homem instinto, o homem mitológico e o homem tecnológico.
Homem instinto – Trata-se do homem pré-histórico com a sua existência resumida a defender-se dos predadores, caçar, proteger-se das inclemências do tempo e acasalar para perpetuar a espécie. Este homem vivia, pelo instinto de sobrevivência, uma característica afeita a todos os seres vivos. Ele não era diferente dos outros animais.
É possível que esse homem movido apenas pelo instintivo, não tivesse plena consciência das suas emoções, e por isso, apenas o atendimento das suas necessidades básicas o levasse a um estado pleno de felicidade.
A mudança do estado instintivo para o racional deve ter ocorrido quando o homem pré-histórico deparou-se com novas necessidades como a moradia, o adestramento de animais e o cultivo de plantas comestíveis, que permitissem a sua fixação territorial. Isso o levou a pensar em formas possíveis de modificar, favoravelmente, as condições do meio ambiente e mudou.
Homem mitológico – Este é o homem que saiu das cavernas e estabeleceu-se territorialmente. Ele constrói suas moradias, pratica a agricultura e a pecuária, inventa e fabrica ferramentas que tornam o trabalho mais fácil e vive em sociedade.
A convivência social implica em mudanças no comportamento individual dos homens, que devem adequá-los às necessidades coletivas. O homem precisa estabelecer normas que tornem possível a convivência grupal com um mínimo de ordem.
Este homem diante de um mundo organizado sente-se, ao mesmo tempo, acolhido e responsável pelo sucesso dessa organização. O seu estado de felicidade passa a depender, em parte, de outros indivíduos.
A evolução produziu um indivíduo cheio de perguntas e com poucas respostas e isso fez com que esse homem criasse mitos e deuses, portadores das verdades não respondidas, que atendiam aos seus anseios e acalmavam a sua alma. A felicidade dependia, em grande parte, da vontade dos mitos e deuses, não era responsabilidade do indivíduo.
Homem tecnológico – É o homem moderno, aquele que, desconfiado das respostas dos mitos e deuses, descobriu a ciência e acredita que através dela é possível obter todas as respostas.
Esse poderia também ser chamado de o homem econômico, pois é nessa época que a economia se sobrepõe ao homem e esse passa a desempenhar um papel meramente coadjuvante na história da humanidade.
Dos três, esse é o homem que mais sofre. É o homem que sobrevive só. O advento do mundo globalizado se resume apenas à globalização da economia. As organizações globalizadas incentivaram a individualidade através das concorrências internas e afastaram as pessoas.
O que busca afinal esse homem, se a sua vida inteira é dedicada à sobrevivência? Esse homem é diferente do homem pré-histórico ou apenas o ambiente é que mudou? Não é ele caça e caçador de sua condição social? A ironia é que a “emoção” que antes eclodiu na evolução do homem pré-histórico, está matando o homem tecnológico. Afinal, o homem parece ser o resultado das suas emoções.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Uma questão de bom senso!

Onze pessoas estavam penduradas numa corda num helicóptero.
Eram dez homens e uma mulher.
Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos,
decidiram que um deles teria que se soltar da corda.
Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente,
a mulher disse que se soltaria da corda pois as mulheres
estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido,
dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens,
como a criação primeira de Deus, mereceriam sobreviver,
pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas...
Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas..

Moral da história:
Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher...

Autor desconhecido.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Mudanças

Quando se trata de mudar algo ou alguém, é comum, recorremos ao Pai Celestial, através da Oração da Serenidade, e pedir:

“Senhor, dê-me forças para mudar as coisas que podem ser mudadas;
paciência para tolerar as que não podem ser mudadas; e, sabedoria para distinguir umas das outras”.

Alguns questionamentos:

a) o que podemos mudar?
b) Como ocorre essa mudança?
c) Onde encontrar paciência para aceitar o que não posso mudar?

Vejamos:

Em se tratando de mudança de comportamento, só podemos mudar o nosso.O comportamento do próximo pode ser influenciado por você, mas a mudança só ocorrerá se e quando ele quiser. Portanto, você não tem o poder de mudar o outro e sim a você mesmo;

A mudança ocorre no interior de cada um, a partir da ampliação da consciência, e é refletida no comportamento. Partindo do princípio de que a mudança é para melhor, o agradecimento é geral e, vale ressaltar, que o maior beneficiado com a alteração de comportamento ocorrida é o próprio indivíduo.

Quanto à paciência, lembramos que o amor é uma fonte inesgotável de forças. Portanto, podemos adquirir paciência exercitando o amor, amando muito a tudo e a todos, principalmente a você mesmo.
Saber esperar o momento certo é sinal de sabedoria!

Rose
25.05.09

sábado, 23 de maio de 2009

Família feliz

“Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz.”

Autor desconhecido


A frase acima tem um significado especial para mim porque me faz lembrar muitos natais plenos. O brilho de felicidade que havia nos olhos de cada membro da minha família iluminava o ambiente e fazia a noite de Natal ser uma noite mágica. A alegria que emanava daqueles corações era contagiante. Nossa família era unida, linda, exemplar! Nossos natais eram encantadores e inesquecíveis. A troca de presentes, a ceia, era vivenciada com muita alegria, muita resenha. As crianças satisfeitas com seus presentes enriqueciam aqueles momentos exibindo seus presentes a todos os que ali se encontravam, seus risos alegres e soltos davam um toque especial àqueles momentos. Tudo era maravilhoso, mas, o que marcava mesmo era a confraternização entre os membros da família Carvalho Costa e agregados. (entenda-se como agregados, namorados(as), genros/noras, amigos(as) dos membros da família).

Há 09 anos que a festa de Natal perdeu o brilho. A Estrela Guia – minha mãe – foi chamada pelo nosso Pai Maior e já não faz mais parte deste mundo. A sua ausência física deixou um vazio muito grande e os demais membros da família, acredito que por medo da dor, optaram pelo isolamento. Os natais, hoje, são comemorados, quando são, em grupos pequenos, cada um com sua família em seu canto, ou quando muito, a reunião de duas famílias.

Acredito que nossa mãe continua em nossa companhia, só não podemos vê-la porque não possui mais o corpo material. Apesar de não comentarmos acredito que todos sentem sua presença espiritual, porém, alguns ainda sofrem tanto que não conseguem ultrapassar a barreira da dor. Espero que um dia, e em breve, nossa família entenda que nossa Estrela Guia permanece conosco e espera pacientemente pelo reencontro desse grupo que Ela formou aqui na terra. Ela continua cuidando da família linda que construiu e permanece amparando, auxiliando em todos os momentos.

A você, minha mãe, minha mestra, minha amiga, a minha eterna gratidão por tudo que me proporcionou, proporciona, e ainda proporcionará. Que sua luz seja cada vez mais alimentada pelo amor Divino.

Rose

22.05.09

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Rir ainda é o melhor remédio

E-mail maldoso

Um casal decide passar férias numa praia do Caribe, no mesmo hotel onde passaram a lua de mel há 20 anos atrás.

Por problemas de trabalho, a mulher não pode viajar com seu marido, deixando para ir uns dias depois.

Quando o homem chegou e foi para seu quarto do hotel, viu que havia um computador com acesso a internet. Então decidiu enviar um e-mail a sua mulher, mas errou uma letra sem se dar conta e o enviou a outro endereço...

O e-mail foi recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do seu marido e que ao conferir seus e-mails desmaiou instantaneamente.

O filho, ao entrar na casa, encontrou sua mãe desmaiada, perto do computador, onde na tela poderia se ler:
— Querida esposa: Cheguei bem. Provavelmente se surpreenda em receber noticias minhas por e-mail, mas agora tem computador aqui e pode enviar mensagens às pessoas queridas. Acabo de chegar e já me certifiquei que já está tudo preparado para você chegar na sexta que vem. Tenho muita vontade de te ver e espero que sua viagem seja tão tranquila como a minha.

Obs: Não traga muita roupa, porque aqui faz um calor infernal!




A Arte de Convencer


Dois amigos estavam fumando maconha e foram pegos pela polícia. No dia do julgamento o juiz, que estava de bom-humor, disse:
— Vocês parecem ser boas pessoas, por isso lhes darei uma segunda chance!
— Ao invés de irem pra cadeia, vocês terão que mostrar para as pessoas os terríveis males das drogas e convencê-las a largá-las!
— Compareçam ao tribunal daqui uma semana, pois eu quero saber quantas pessoas vocês convenceram!
Na semana seguinte os dois voltaram e o juiz perguntou para o primeiro homem:
— Como foi sua semana, rapaz?
— Bem, meritíssimo, eu convenci 17 pessoas a pararem de consumir drogas para sempre!
— 17 pessoas? — disse o juiz, satisfeito. — Que maravilha. O que você disse para elas?
— Eu usei um diagrama, meritíssimo. Desenhei dois círculos como estes:
O o
Aí apontei pro círculo maior e disse:
— Este é o seu cérebro em tamanho normal... — e apontando pro menor. — E este é o seu cérebro depois das drogas!
— Muito bem! — aplaudiu o juiz, virando-se para o outro sujeito. — E você? Como foi sua semana?
— Eu convenci 234 pessoas, meritíssimo!
— 234 pessoas? — exclamou o juiz, pulando da cadeira. — Incrível! Como você conseguiu isso?
— Utilizei um método parecido com o do meu colega. Desenhei dois círculos como estes:
o O
— Mas eu apontei para o círculo menor e disse:
— Este é seu cu antes da prisão...


Nota: Piadas extraídas do site www.humortadela.com

"Crer ou não crer, eis a questão"

Você acredita no que vê, ou vê o que acredita?

Nem sempre o que vemos corresponde à verdade.

Às vezes, a verdade está exatamente onde os olhos não alcançam.

Acreditar naquilo que se vê é muito pessoal.

A aceitação ou negação do visual depende de vários fatores, valores.

Um dos fatores, talvez o mais importante, seja o estado emocional em que se encontra aquele que vê.

Quando ocorre desequilíbrio entre a razão e a emoção, o ver é diretamente afetado.

A alteração emocional nos leva a ter visões imaginárias ou distorcidas.

O abstrato não pode ser visto mas é aceito e é até criada uma imagem do que não podemos ver.

Via de regra eu vejo o que acredito, mas, nem sempre, acredito no que vejo, e você?