terça-feira, 16 de junho de 2009

Ser poeta

Ser poeta...
O poeta é um artista privilegiado, tem o dom da transformação. A ele é dado o poder divino de transformar o que bem entender, sem ter que dar satisfação. A ferramenta é o sentimento, e a razão... só se sobrar espaço, quem manda é a emoção. Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré, poeta nordestino, nos ensina a magia da transformação ao transformar a tristeza do perder na beleza da saudade e da paixão, muito bem cantado em seu poema “Vaca Estrela e Boi fubá”, transcrito abaixo, emocionem-se:
Seu doutô, me dê licença
Pra minha história contá
Hoje eu tô em terra estranha
É bem triste o meu pená
Eu já fui muito feliz
Vivendo no meu lugá
Eu tinha cavalo bão
Gostava de campear
Todo dia eu aboiava
Na porteira do curral
ÊeeeiaaaaÊeee vaca Estrela Ôoooo boi Fubá
Eu sô filho do Nordeste
Não nego meu naturá
Mas uma seca medonha
Me tangeu de lá prá cá
Lá eu tinha o meu gadinho
Não é bão nem imaginá
Minha linda vaca Estrela
E o meu belo boi Fubá
Quando era de tardinha
Eu começava aboiá
ÊeeeiaaaaÊeee vaca Estrela Ôoooo boi Fubá
Aquela seca medonha
Fez tudo se atrapaiá
Não nasceu capim no campo
Para o gado sustentá
O sertão se esturricô
Fez o açude secá
Morreu minha vaca Estrela
Se acabô meu Boi Fubá
Perdi tudo quanto eu tinha
Nunca mais pude aboiá
ÊeeeiaaaaÊeee vaca Estrela Ôoooo boi Fubá
Hoje nas terra do Sul
Longe do torrão natal
Quando vejo em minha frente
Uma boiada a passá
As águas corre nos óio
Começo logo a chorá
Me lembro a vaca Estrela
Me lembro meu boi Fubá
Com sodade do Nordeste
Dá vontade de aboiá
ÊeeeiaaaaÊeee vaca EstrelaÔoooo boi Fubá

sexta-feira, 12 de junho de 2009

A SIMPLICIDADE DO VIVER

É comum ouvirmos reclamações sobre a correria da vida. As pessoas assumem compromissos em demasia e culpam a complexidade do mundo moderno pela falta de tempo.
A questão é:
Será que essa multiplicidade de compromisso é realmente necessária para um bem viver?

Viver com simplicidade significa escolher uma melhor qualidade de vida. Ao fazermos essa opção verificamos que muitas das coisas consideradas imprescindíveis à vida, na realidade, são supérfluas.
O ser humano, enquanto envolvido pela busca dessas coisas, esquece de viver a vida em toda sua plenitude. O corre-corre não deixa margem à reflexão sobre a realidade íntima de cada um, levando o indivíduo a esquecer dos pequenos prazeres que a vida lhe proporciona a todo o momento.
Sufocados pelas buscas vãs, esquecemos de fazer o que nos dá prazer, não nos dedicamos ao que nos traz paz. De que adianta ganhar o mundo e perder a si próprio?
É preciso ter cuidado para que o ter e parecer não tomem o lugar do ser. As pessoas para serem não têm que necessariamente trocar o carro anualmente, estar com aparelho celular de última geração, ter incontáveis sapatos, tantas pecas de roupas que já não cabem no guarda-roupa, sair todo final de semana, estar presente em todas as “baladas”, etc. É possível reduzir a própria agitação, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade do ser.
O Ser simples é aquele que não simula ser o que não é, que não dá demasiada importância a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele; é aquele que não calcula os resultados de cada gesto, é o que não usa de artimanhas e nem tem segundas intenções. O Ser simples vive, respira, esbanja alegria. E o segredo desse viver bem está em resgatar a sinceridade da criança que, aos poucos foi se perdendo no emaranhado das normas ditas sociais.
A simplicidade não ignora, apenas valoriza o essencial. E o essencial são os “pequenos” prazeres da vida que nessa caminhada louca ao rumo do nada vamos deixando para depois. Reserve um tempo para estar com as pessoas que você ama, deixe-se envolver por uma conversa interessante, passe a olhar e admirar as estrelas, caminhe com seu amor (mãe, pai, avós, filhos, amigos, ...) de mãos dadas, saia para tomar sorvete, experimente brincar com a chuva, rir de si mesmo, ... Tudo isso compõe a simplicidade do existir. Resgate esse ser humano lindo que é você!
Lembre-se:
Não há nada de errado com o dinheiro ou o sucesso. Mas, lembramos que não é necessário ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz. No entanto, é difícil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.
Podemos e devemos trabalhar, estudar, buscar se aperfeiçoar. Afinal, progredir é uma necessidade humana. Mas, precisamos viver angustiados enquanto progredimos? Se o preço do sucesso for ausência de paz, talvez ele não valha a pena.
Verifique como você gasta seu tempo, analise as coisas que valoriza reveja seus compromissos e observe se muitos deles não são apenas uns pesos desnecessários nessa sua caminhada. Experimente descartar o excesso. Optando pela simplicidade, certamente estará escolhendo ter de volta a alegria de viver.
Rose
08.06.09

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Infância

O ser humano ao nascer, e no pressuposto de que terá vida longa, obrigatoriamente terá sua trajetória dividida em tres fases:
- Primeira fase: Infância
- Segunda fase: Adolescência
- Terceira fase: Adulta

Falemos da primeira fase – A Infância.

A criança vem ao mundo dotada de instintos, totalmente desprovida de conceitos e preconceitos. Aos poucos, vai percebendo que existem regras. Acata algumas, rebela-se contra outras e assim vai desenvolvendo a sua percepção de mundo, aprendendo a viver em sociedade.
É na infância que a criança descortina o mundo, colorindo-o quando sua personalidade é formada em um ambiente de amor, de equilíbrio, e sombreando-o quando não encontra o respaldo necessário ao seu fortalecimento interior.
Ser criança é viver em um mundo de fantasias e contar com a assessoria dos seus pais e/ou orientadores para mostrar-lhe, de forma carinhosa, o mundo real.
Ser criança é rir, correr, andar descalço, tomar banho de chuva, escalar muro, subir em árvore, brincar de amarelinha, pular corda, jogar bola, fazer birra quando o seu objeto de desejo não é alcançado, é fazer uso do choro para chantagear os pais e/ou orientadores, é ouvir estórias, é contar “causos”, é ser inocente, é acreditar em Papai Noel, em Saci Pererê, na Mula Sem Cabeça, enfim ser criança é viver a infância de forma plena, sem preocupações, mas com responsabilidades próprias à idade.
Infância é sempre infância, o que muda são os costumes, os recursos. Se compararmos as atividades infantis de hoje com as de quarenta anos atrás perceberemos que houve uma mudança significativa.
As crianças dos anos 60 brincavam com bonecas de pano, carrinhos de madeira ou lata, feitos à mão. À noite era comum encontrarem-se em frente à casa de uma delas, e ali desenvolver a sociabilidade participando de diversos folguedos infantis, enquanto seus genitores reunidos, no passeio, colocam a prosa em dia fortalecendo, assim, os laços de amizade.
As crianças de hoje, interagem com seus amiguinhos através do mundo virtual, isso é globalização! Enquanto isso, encerrados em seus gabinetes, preocupados e ocupados em conseguir mais recursos para proporcionar uma vida melhor para seus filhos, os pais perdem a oportunidade de acompanhar e até mesmo promover a sociabilização dos seus filhos.

Ficam aqui, alguns questionamentos:
O que é vida melhor?
Como os indivíduos da era da informática estão vivenciando sua primeira fase, a infância?
Como serão os adultos oriundos da era da informática? O que terão para contar da sua infância?

Lembramos que o ser humano não foi criado para viver sozinho. O isolamento provoca transferência de sentimentos, o que pode ser percebido facilmente no tratamento que, hoje, é dispensado aos animais de estimação.
Podemos e devemos dedicar mais atenção ao desenvolvimento das nossas crianças proporcionando-lhes uma infância bem vivida de forma que, ao chegarem à idade adulta possam sentir saudades dos tempos de criança. Só sentimos saudades do que foi bom!

Cada fase da nossa existência merece ser vivida na sua totalidade. Partindo do princípio de que o amanhã será o que construirmos hoje e levando em consideração que a personalidade do indivíduo é formada na infância, essa fase merece uma atenção especial para que tenhamos adultos saudáveis e uma sociedade mais justa, mais harmônica.


Rose Costa
11.10.08

quarta-feira, 27 de maio de 2009

O que busca o homem afinal?

Apesar de julgar-se superior aos outros animais por conta do pensamento racional, o homem leva todo o tempo, do nascimento à morte, buscando explicar a vida sem, contudo, entendê-la ou vivê-la intensamente.
Sem a pretensão de apresentar um trabalho de cunho científico, este pequeno ensaio versa sobre a conceituação do homem em três épocas diferentes e subseqüentes, sem preocupação de estabelecer datas de início e fim entre elas, a saber: O homem instinto, o homem mitológico e o homem tecnológico.
Homem instinto – Trata-se do homem pré-histórico com a sua existência resumida a defender-se dos predadores, caçar, proteger-se das inclemências do tempo e acasalar para perpetuar a espécie. Este homem vivia, pelo instinto de sobrevivência, uma característica afeita a todos os seres vivos. Ele não era diferente dos outros animais.
É possível que esse homem movido apenas pelo instintivo, não tivesse plena consciência das suas emoções, e por isso, apenas o atendimento das suas necessidades básicas o levasse a um estado pleno de felicidade.
A mudança do estado instintivo para o racional deve ter ocorrido quando o homem pré-histórico deparou-se com novas necessidades como a moradia, o adestramento de animais e o cultivo de plantas comestíveis, que permitissem a sua fixação territorial. Isso o levou a pensar em formas possíveis de modificar, favoravelmente, as condições do meio ambiente e mudou.
Homem mitológico – Este é o homem que saiu das cavernas e estabeleceu-se territorialmente. Ele constrói suas moradias, pratica a agricultura e a pecuária, inventa e fabrica ferramentas que tornam o trabalho mais fácil e vive em sociedade.
A convivência social implica em mudanças no comportamento individual dos homens, que devem adequá-los às necessidades coletivas. O homem precisa estabelecer normas que tornem possível a convivência grupal com um mínimo de ordem.
Este homem diante de um mundo organizado sente-se, ao mesmo tempo, acolhido e responsável pelo sucesso dessa organização. O seu estado de felicidade passa a depender, em parte, de outros indivíduos.
A evolução produziu um indivíduo cheio de perguntas e com poucas respostas e isso fez com que esse homem criasse mitos e deuses, portadores das verdades não respondidas, que atendiam aos seus anseios e acalmavam a sua alma. A felicidade dependia, em grande parte, da vontade dos mitos e deuses, não era responsabilidade do indivíduo.
Homem tecnológico – É o homem moderno, aquele que, desconfiado das respostas dos mitos e deuses, descobriu a ciência e acredita que através dela é possível obter todas as respostas.
Esse poderia também ser chamado de o homem econômico, pois é nessa época que a economia se sobrepõe ao homem e esse passa a desempenhar um papel meramente coadjuvante na história da humanidade.
Dos três, esse é o homem que mais sofre. É o homem que sobrevive só. O advento do mundo globalizado se resume apenas à globalização da economia. As organizações globalizadas incentivaram a individualidade através das concorrências internas e afastaram as pessoas.
O que busca afinal esse homem, se a sua vida inteira é dedicada à sobrevivência? Esse homem é diferente do homem pré-histórico ou apenas o ambiente é que mudou? Não é ele caça e caçador de sua condição social? A ironia é que a “emoção” que antes eclodiu na evolução do homem pré-histórico, está matando o homem tecnológico. Afinal, o homem parece ser o resultado das suas emoções.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Uma questão de bom senso!

Onze pessoas estavam penduradas numa corda num helicóptero.
Eram dez homens e uma mulher.
Como a corda não era forte o suficiente para segurar todos,
decidiram que um deles teria que se soltar da corda.
Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente,
a mulher disse que se soltaria da corda pois as mulheres
estão acostumadas a largar tudo pelos seus filhos e marido,
dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e que os homens,
como a criação primeira de Deus, mereceriam sobreviver,
pois eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas...
Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater palmas..

Moral da história:
Nunca subestime o poder e a inteligência de uma mulher...

Autor desconhecido.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Mudanças

Quando se trata de mudar algo ou alguém, é comum, recorremos ao Pai Celestial, através da Oração da Serenidade, e pedir:

“Senhor, dê-me forças para mudar as coisas que podem ser mudadas;
paciência para tolerar as que não podem ser mudadas; e, sabedoria para distinguir umas das outras”.

Alguns questionamentos:

a) o que podemos mudar?
b) Como ocorre essa mudança?
c) Onde encontrar paciência para aceitar o que não posso mudar?

Vejamos:

Em se tratando de mudança de comportamento, só podemos mudar o nosso.O comportamento do próximo pode ser influenciado por você, mas a mudança só ocorrerá se e quando ele quiser. Portanto, você não tem o poder de mudar o outro e sim a você mesmo;

A mudança ocorre no interior de cada um, a partir da ampliação da consciência, e é refletida no comportamento. Partindo do princípio de que a mudança é para melhor, o agradecimento é geral e, vale ressaltar, que o maior beneficiado com a alteração de comportamento ocorrida é o próprio indivíduo.

Quanto à paciência, lembramos que o amor é uma fonte inesgotável de forças. Portanto, podemos adquirir paciência exercitando o amor, amando muito a tudo e a todos, principalmente a você mesmo.
Saber esperar o momento certo é sinal de sabedoria!

Rose
25.05.09

sábado, 23 de maio de 2009

Família feliz

“Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal é a presença de uma família feliz.”

Autor desconhecido


A frase acima tem um significado especial para mim porque me faz lembrar muitos natais plenos. O brilho de felicidade que havia nos olhos de cada membro da minha família iluminava o ambiente e fazia a noite de Natal ser uma noite mágica. A alegria que emanava daqueles corações era contagiante. Nossa família era unida, linda, exemplar! Nossos natais eram encantadores e inesquecíveis. A troca de presentes, a ceia, era vivenciada com muita alegria, muita resenha. As crianças satisfeitas com seus presentes enriqueciam aqueles momentos exibindo seus presentes a todos os que ali se encontravam, seus risos alegres e soltos davam um toque especial àqueles momentos. Tudo era maravilhoso, mas, o que marcava mesmo era a confraternização entre os membros da família Carvalho Costa e agregados. (entenda-se como agregados, namorados(as), genros/noras, amigos(as) dos membros da família).

Há 09 anos que a festa de Natal perdeu o brilho. A Estrela Guia – minha mãe – foi chamada pelo nosso Pai Maior e já não faz mais parte deste mundo. A sua ausência física deixou um vazio muito grande e os demais membros da família, acredito que por medo da dor, optaram pelo isolamento. Os natais, hoje, são comemorados, quando são, em grupos pequenos, cada um com sua família em seu canto, ou quando muito, a reunião de duas famílias.

Acredito que nossa mãe continua em nossa companhia, só não podemos vê-la porque não possui mais o corpo material. Apesar de não comentarmos acredito que todos sentem sua presença espiritual, porém, alguns ainda sofrem tanto que não conseguem ultrapassar a barreira da dor. Espero que um dia, e em breve, nossa família entenda que nossa Estrela Guia permanece conosco e espera pacientemente pelo reencontro desse grupo que Ela formou aqui na terra. Ela continua cuidando da família linda que construiu e permanece amparando, auxiliando em todos os momentos.

A você, minha mãe, minha mestra, minha amiga, a minha eterna gratidão por tudo que me proporcionou, proporciona, e ainda proporcionará. Que sua luz seja cada vez mais alimentada pelo amor Divino.

Rose

22.05.09

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Rir ainda é o melhor remédio

E-mail maldoso

Um casal decide passar férias numa praia do Caribe, no mesmo hotel onde passaram a lua de mel há 20 anos atrás.

Por problemas de trabalho, a mulher não pode viajar com seu marido, deixando para ir uns dias depois.

Quando o homem chegou e foi para seu quarto do hotel, viu que havia um computador com acesso a internet. Então decidiu enviar um e-mail a sua mulher, mas errou uma letra sem se dar conta e o enviou a outro endereço...

O e-mail foi recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do seu marido e que ao conferir seus e-mails desmaiou instantaneamente.

O filho, ao entrar na casa, encontrou sua mãe desmaiada, perto do computador, onde na tela poderia se ler:
— Querida esposa: Cheguei bem. Provavelmente se surpreenda em receber noticias minhas por e-mail, mas agora tem computador aqui e pode enviar mensagens às pessoas queridas. Acabo de chegar e já me certifiquei que já está tudo preparado para você chegar na sexta que vem. Tenho muita vontade de te ver e espero que sua viagem seja tão tranquila como a minha.

Obs: Não traga muita roupa, porque aqui faz um calor infernal!




A Arte de Convencer


Dois amigos estavam fumando maconha e foram pegos pela polícia. No dia do julgamento o juiz, que estava de bom-humor, disse:
— Vocês parecem ser boas pessoas, por isso lhes darei uma segunda chance!
— Ao invés de irem pra cadeia, vocês terão que mostrar para as pessoas os terríveis males das drogas e convencê-las a largá-las!
— Compareçam ao tribunal daqui uma semana, pois eu quero saber quantas pessoas vocês convenceram!
Na semana seguinte os dois voltaram e o juiz perguntou para o primeiro homem:
— Como foi sua semana, rapaz?
— Bem, meritíssimo, eu convenci 17 pessoas a pararem de consumir drogas para sempre!
— 17 pessoas? — disse o juiz, satisfeito. — Que maravilha. O que você disse para elas?
— Eu usei um diagrama, meritíssimo. Desenhei dois círculos como estes:
O o
Aí apontei pro círculo maior e disse:
— Este é o seu cérebro em tamanho normal... — e apontando pro menor. — E este é o seu cérebro depois das drogas!
— Muito bem! — aplaudiu o juiz, virando-se para o outro sujeito. — E você? Como foi sua semana?
— Eu convenci 234 pessoas, meritíssimo!
— 234 pessoas? — exclamou o juiz, pulando da cadeira. — Incrível! Como você conseguiu isso?
— Utilizei um método parecido com o do meu colega. Desenhei dois círculos como estes:
o O
— Mas eu apontei para o círculo menor e disse:
— Este é seu cu antes da prisão...


Nota: Piadas extraídas do site www.humortadela.com

"Crer ou não crer, eis a questão"

Você acredita no que vê, ou vê o que acredita?

Nem sempre o que vemos corresponde à verdade.

Às vezes, a verdade está exatamente onde os olhos não alcançam.

Acreditar naquilo que se vê é muito pessoal.

A aceitação ou negação do visual depende de vários fatores, valores.

Um dos fatores, talvez o mais importante, seja o estado emocional em que se encontra aquele que vê.

Quando ocorre desequilíbrio entre a razão e a emoção, o ver é diretamente afetado.

A alteração emocional nos leva a ter visões imaginárias ou distorcidas.

O abstrato não pode ser visto mas é aceito e é até criada uma imagem do que não podemos ver.

Via de regra eu vejo o que acredito, mas, nem sempre, acredito no que vejo, e você?